As pastagens de inverno são uma importante alternativa para produtores que buscam manter a oferta de alimento ao rebanho durante os meses mais frios do ano. Além de contribuírem para reduzir o vazio forrageiro, essas espécies apresentam elevado valor nutritivo e boa tolerância às baixas temperaturas, favorecendo a produção de carne e leite.
Quais são as principais pastagens de inverno?
Na Região Sul do Brasil, algumas das espécies mais utilizadas são o azevém, as aveias preta e branca, além de variedades de trigo e triticale desenvolvidas para duplo propósito.
Essas cultivares permitem que os animais realizem o pastejo durante a fase inicial de crescimento da planta. Em seguida, o rebanho é retirado da área para que a cultura se recupere.
O papel das leguminosas
Outra prática bastante utilizada é o consórcio entre gramíneas e leguminosas, como ervilhaca, trevo-branco e trevo-vermelho.
Essas espécies contribuem para elevar os teores de proteína da dieta dos animais e ainda realizam a fixação natural de nitrogênio no solo, favorecendo a fertilidade da área.
Por que investir em pastagens de inverno?
As pastagens de inverno se destacam pela excelente adaptação ao frio e pelo alto valor nutritivo, características que ajudam a manter a disponibilidade de alimento durante um período em que normalmente ocorre redução na oferta de forragem.
Quando bem planejadas, elas contribuem para evitar o vazio forrageiro e auxiliam na manutenção da produção de carne e leite ao longo da estação.
Conte com a Campina Nutrição Animal
O planejamento das pastagens é apenas uma das etapas para alcançar bons resultados na pecuária. Uma estratégia nutricional adequada também faz diferença no desempenho do rebanho.
A equipe da Campina Nutrição Animal está preparada para orientar produtores e oferecer soluções nutricionais para bovinos de corte e leite em diferentes fases de produção.